RM 2449/2450 - Fevereiro/Março de 2006
(10 artigos)
Nº2449/2450 - Fevereiro / Março de 2006
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General Gabriel Augusto do Espírito Santo A Constituição Portuguesa, ao tratar da Organização do Poder Político (Parte III), diz, no seu Artigo 120º, que “O Presidente da República representa a República Portuguesa, garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas e é, por inerência, Comandante Supremo das Forças Armadas”. Ideia reforçada no Artigo 134º, quando na enumeração de Competência para a prática de actos próprios do Presidente da República se expressa “Exercer as funções de Comandante Supremo das Forças Armadas”. (...clique sobre o título do artigo)
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No dia 23 de Janeiro de 2006 prestou Provas de Doutoramento no ramo Ciências da Comunicação, especialidade de Comunicação e Ciências Sociais, o Director‑Gerente do Executivo da Direcção da Empresa da Revista Militar, Coronel Oliveira Pena.
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General António Eduardo Queiroz Martins Barrento A evolução que está a acontecer em algumas referências da cidadania e a alteração das Instituições que as transmitem aos jovens, pelo que significam mudança, devem ser objecto de uma atenção cuidada. A comunicação feita e o artigo agora apresentado transmitem, apenas, algumas reflexões sobre tão importante matéria. E ela é importante pelas implicações que tem no comportamento dos cidadãos, na coesão nacional e na segurança da unidade política. Salto tecnológico? Certamente… Mas há mais para além do salto tecnológico. Há que recuperar e modernizar a formação da cidadania.
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Tenente‑Coronel António José Caessa Alves do Sacramento A segurança das comunicações constitui um dos ramos específicos da segurança protectiva. Enfrenta o mundo das informações, vulgarmente designadas como “secretas”, tentando garantir a confidencialidade, integridade e disponibilidade da informação trocada nas comunicações e sistemas de informação. Para além da política e da cultura de segurança, qualquer estado terá de possuir e controlar as tecnologias necessárias à protecção da informação, seja ela de interesse político, militar, económico ou policial.
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Tenente‑Coronel PilAv João José Brandão Ferreira O artigo tenta fazer um ponto de situação, não exaustivo, das principais teorias que se constituíram à volta do tema da nacionalidade e percurso de Cristóvão Colom, celebrado “descobridor” da América – quando, oficialmente, se dirigia à Índia – no ano em que se perfazem 500 anos da sua morte em Valadolide. Estranha‑se que os múltiplos enigmas históricos ligados a este grande vulto e que têm um especial interesse para Portugal, não sejam melhor investigados pela historiografia nacional e, até, da ostracização a que são votados aqueles que tentam aprofundar determinados assuntos, sobretudo quando não são coincidentes com a “verdade” oficial. Esta “verdade” parece ser assumida, tacitamente e em resumo, tanto a nível político, como a nível académico, da seguinte forma: A Itália fica com a honra de lhe ter servido de berço; a Espanha honra‑se de o ter tido ao seu serviço; e aos portugueses cabe o mérito de lhe terem ensinado tudo (ou parte), do que ele sabia. Neste equilíbrio, politicamente correcto, sai Portugal a perder (como quase sempre...), sem que quase ninguém se moleste muito com isso. Aproveitando as importantes investigações em curso, relativamente à identificação do corpo de Colom e seus filhos, este artigo intenta alertar os portugueses para a importância do tema e relançar a polémica.
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Doutor André Sopas de Mello Bandeira O artigo aborda os pressupostos culturais do actual regime de Teerão quando este joga com a comunidade internacional, na mesa da proliferação nuclear. Embora deixando a questão do Programa nuclear para um outro, este artigo passa em revista o armamento convencional do Irão actual, avaliando as suas forças em Guerra assimétrica, nomeadamente a dos Pasdaran, no caso em que o Irão viesse a ser alvo de uma operação semelhante à do Iraque.
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Major Manuel Alexandre Garrinhas Carriço O presente artigo visa fornecer um enquadramento sumário sobre as abordagens empíricas Ocidentais relativas à análise das relações entre civis e militares em geral, efectuando uma pequena análise no que concerne à República Popular da China. Este é um pequeno trecho interpolado, resultante de um estudo mais alargado conduzido pelo autor.
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- GNR organiza exercício da EUROGENDFOR no Algarve.
- “Merlin” da Força Aérea Portuguesa (FAP) iniciam actividade operacional.
- Nova LPM será apresentada em Março de 2006.
- Marinha e Força Aérea participam em operação da Polícia Judiciária.
- Militares portugueses regressam do Paquistão.
- Forças Armadas e de Segurança portuguesas combatem a imigração ilegal.
- C‑295 para substituir os C‑212 “Aviocar”.
- “Transformação” do Exército aprovada em Conselho de Ministros.
- Portugueses cépticos quanto a uma política de defesa comum.
- Rotação de forças no exterior.
- Armamento para as novas Viaturas Blindadas de Rodas.
- Presidente da República despede‑se das Forças Armadas.
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- Prémio “Almirante Teixeira da Mota” – 2006.
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- Orgulho Imperial, Michael Scheuer – Edições Sílabo.
- Manual de Estratégia Subversiva, Vo Nguyen Giap.
- O Exército Português nos caminhos da PAZ – 1989‑2005.
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