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| Revista Militar |
RM 2458 - Novembro de 2006
(7 artigos)
Nº2458 - Novembro de 2006
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General Gabriel Augusto do Espírito Santo Quem seguir com atenção as discussões que hoje se desenvolvem na procura de um paradigma para a segurança e defesa, face a novas ameaças e constante transferência de áreas de importância geopolítica, constatará que nações e alianças procuram encontrar espaços alargados de segurança ao mesmo tempo que contraem dispositivos de defesa. Será tempo de parar e meditar, mais uma vez não esquecendo o passado como um prólogo para o futuro. (...)
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Coronel Carlos Manuel Martins Branco Apesar de passadas quase duas décadas sobre o fim da Guerra‑fria e da preponderância das chamadas guerras civis em detrimento das guerras entre estados, a problemática da etnicidade e da violência étnica continua a ser objecto de uma especial atenção por parte dos académicos oriundos dos mais diversos domínios das ciências sociais. O presente artigo tenta fazer um balanço crítico dos debates académicos em torno do tema, apresentando os fundamentos intelectuais das três principais correntes académicas sobre etnicidade e conflito étnico – o primordialismo, instrumentalismo, e construtivismo – procurando reflectir sobre as suas possibilidades e limitações na construção de estratégias de gestão de conflitos. Faz ainda uma incursão empírica à guerra civil na antiga Jugoslávia, apresentando as interpretações dadas por representantes das diferentes escolas de pensamento.
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Tenente‑Coronel João Manuel de Andrade Pinto Bessa O autor traça um retrato da evolução do conceito de Terrorismo, através das medidas tomadas para o seu combate, promovido pelas Nações Unidas, ao longo dos últimos anos.
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Major Manuel Alexandre Garrinhas Carriço O desembarque em Inchon, não foi apenas uma brilhante operação militar, mas também algo que veio reformular drasticamente os cálculos estratégicos tanto de Estaline como de Mao Zedong, com Kim Il‑sung a ser um instrumento mais soviético‑dependente do que sino‑dependente. Sem Inchon, o Paralelo 38 continuaria a ser aquilo que originalmente era – uma linha cartográfica delineada no mapa a partir da qual as duas superpotências aferiam as suas intenções. O avanço norte‑americano foi uma ameaça intolerável para soviéticos e chineses, a que os primeiros se opuseram com recurso aos segundos. Para o Kremlin a dificuldade esteve na forma como conseguiu persuadir Pequim a intervir militarmente. O presente artigo aborda o reavivar do debate sobre os meandros do processo de tomada de decisão e de cálculo estratégico das potências no conflito coreano no ano de 1950, até à intervenção militar chinesa.
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Tenente‑Coronel Agostinho Aguiar Pinto Janeiro O comprometimento do Estado Português na contribuição para a estabilização da paz na Bósnia Herzegovina, tendo em vista a criação de condições para o estabelecimento de um ambiente de segurança naquela região dos Balcãs, vem‑se mantendo como desígnio nacional desde o início do empenhamento da NATO em 1995/1996, quer no âmbito da IFOR (Implementation Force), posteriormente com a SFOR (Stabilization Force) e mais recentemente com a EUFOR/Operação “ALTHEA”. Em 2005 a participação de Forças do Exército de Portugal na Operação ALTHEA/EUFOR inseriu‑se na quase totalidade na estrutura da MNTF (N) – Multi National Task Force (North), e foi materializada através de várias valências, ou seja, através de militares integrando o Comando da EUFOR em Sarajevo, o QG do MNTF (N)/EUFOR em Tuzla, uma força de escalão Batalhão que constituiu a Componente Portuguesa sedeada em “Camp Doboj” constituída por militares que integraram o Comando e Estado‑Maior e duas companhias (Companhia de Atiradores e Companhia de Apoio), assim como alguns militares que guarneceram o Cmd e EM do MBn (Batalhão de Manobra Multinacional). Para além dessas valências, Portugal esteve ainda representado durante o mesmo período com uma Equipa de Verificação (vocacionada para o controlo de armamento e outros engenhos explosivos), e ainda duas “LIASION AND OBSERVATION TEAMS (LOT)” inseridas na COMPOSITE COY/MNTF (N), e sedeadas nas localidades de DERVENTA e MODRIÈA (Republika Srpska/BiH). Este artigo tem como objectivo fazer uma abordagem o mais abrangente possível da organização e do trabalho desenvolvido por estas equipas de Ligação e Observação portuguesas durante o ano de 2005, para além referir outros aspectos relacionados com o ambiente social, político e económico da Bósnia Herzegovina vividos nesse período.
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Tenente-Coronel Miguel Silva Machado- Apresentado o Orçamento de Estado para 2007;
- Primeiro comandante do Centro de Tropas Comandos;
- Abertura do ano operacional da Marinha;
- Dia do Exército 2006;
- Ministro da Defesa Nacional anuncia prioridades para 2007;
- Redução de efectivos nas Forças Armadas;
- Marinha Portuguesa vai receber fragatas holandesas;
- “Transformação” do Exército, no “Jornal do Exército”;
- Exercício “Zangão 06” da Força Aérea.
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- “Kissinger e Brzezinski”;
- Jorge Borges de Macedo: Saber continuar – A Experiência Histórica Contemporânea, Comemorações do Legado Bibliográfico;
- O Reencontro – Da Ponte Aérea à Cooperação;
- Polícia de Segurança Pública – Das Origens à Actualidade.
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